Revista ConstruChemical - Edição 33

Revista ConstruChemical - Edição 33

REVISTA CONSTRU CHEMICAL 12 PIGMENTOS PARA CONCRETO tacando no mercado pela sua quali- dade, bom atendimento ao cliente e pontualidade na entrega.” A Transcor comercializa os seguin- tes pigmentos: Oxido YX45 - ama- relo limpo esverdeado; Oxido YX54 - amarelo padrão; Oxido RX35 - ver- melho com subtom amarelado; Oxi- do RX56 - vermelho padrão; Oxido RX57 - vermelho intenso; Oxido RX58 - vermelho intenso levemen- te azulado; Oxido RX65 - vermelho azulado; Oxido RX85 - vermelho/ vinho; Oxido BX50 - preto e Oxido BX52 - preto oxido, divulga Ama- rante. “A Transcor possui um pro- grama de investimento constante, temos vários laboratórios bem equi- pados para efetuar testes para clien- tes e pesquisa de novos pigmentos e produtos.” A Univar oferece as preparações de negros de fumo da Orion, por meio da linha Corasol. “São pigmentos com apresentação em pó, mas com o diferencial de proporcionar baixa poeira, além de conterem uma alta concentração de pigmentos pré-dis- persos para uma excelente umec- tação e dispersão. Os pigmentos Corasol são adequados para colorir vários sistemas, como concreto, ges- so e argamassa. Também faz parte do portfólio a linha de dióxidos de titânio da Tronox, produtos prove- nientes dos Estados Unidos, de ex- celente performance e amplamente utilizados também por fabricantes de tintas e reves- timentos. Dentro de nossa estratégia para o setor, existe a intenção de am- pliação da nossa oferta de pigmen- tos, com a possibi- lidade da inclusão de novas opções de cores a longo pra- zo”, revela Viviane. EXPECTATIVAS As expectativas de crescimento para o mercado de pigmentos para con- creto em 2018 são positivas. “Com a retomada do mercado de cons- trução civil, esperamos nos manter como referência de produtos e, com isso, crescer em relação a 2017”, pre- vê Fernando Rosa, da Aromat. Vieira, da Lanxess, anuncia que a companhia já tem consolidada re- lação com escritórios de arquite- tura e engenharia, como empresas concreteiras e demais produtores de produtos cimentícios disponíveis no mercado. “Mesmo assim, esta- mos fomentando ainda mais nosso portfólio e suas aplicações para os futuros formadores de opiniões em engenharia, arquitetura e urbanis- mo, por meio de palestras, fóruns e treinamentos, a fim de gerar cresci- mento do uso de pigmentos na cons- trução civil e, consequentemente, prover ummundo mais harmonioso em concreto colorido.” Vale ressaltar que a Lanxess, como líder na produção de óxidos de fer- ro, considera a sustentabilidade de seus produtos e processos absolu- tamente essencial, salienta Vieira. “Os processos de produção sempre foram destinados a conservar re- cursos e preservar o meio ambien- te, bem como serem seguros e sus- tentáveis. Além desse histórico, em abril deste ano, a Lanxess publicou sua mais recente certificação susten- tável, recebendo do governo chinês Viviane Stivaletti, gerente de field marketing da Univar o selo ‘National Green Plant 2018’ em nossa recém-inaugurada plan- ta de produção de óxidos de ferro em Ningbo. O certificado ‘National Green Plant’ é um elemento fun- damental do ‘Sistema de Produção Sustentável’ da China, que visa ace- lerar o desenvolvimento industrial, mantendo altos padrões ambientais. Este selo é concedido a um peque- no e seleto grupo de empresas que demonstram um claro compromisso com a sustentabilidade em seus res- pectivos setores.” Já a Oxinor tem uma demanda re- primida em virtude da redução na construção civil das obras públicas nos anos anteriores, segundo Euge- nia. “Logo, nossas expectativas são de que a demanda aumente. Esta- mos preparados para uma demanda expressiva para o ano de 2018.” Com as mudanças no sistema de fi- nanciamento imobiliário, a Transcor espera crescer na mesma proporção, conta Amarante. “Acreditamos que as construtoras retomarão seus pro- jetos, alavancando todo o mercado.” Já a expectativa da Univar é de que o consumo de pigmentos deva acompanhar o crescimento espera- do para o mercado de construção, anuncia Viviane. “Esse crescimento deverá chegar à ordem de 3% a 5%”, conclui.

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